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O tempo que tenho...

Uma foto...uma história!

por C.C., em 22.06.20

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Não tenho tempo.

Sou o tempo que decido ter - e a decisão baseia-se sempre na gratidão que me permito sentir/seguir.

A gratidão é a medida do tempo.

Não sofrendo de ansiedade, sofri, porém, com o mal de querer apressar o tempo (sim, são coisas bem distintas) e, o grande problema disto é que, quando aquele objetivo, sonho, se concretiza, já estamos meio que a avançar para o outro momento, para o degrau seguinte da escadaria em que teimamos acreditar que é esta vida…

Não vivemos por inteiro o momento presente estando com um pé sempre lá na frente - isso não é viver, é picar ponto sem tarefa.

Aprender a aceitar-me como pessoa com objetivos atrás de objetivos (eu chamo objetivos aos sonhos) mas sabendo degustar o presente, foi – e sempre vai sendo – a minha lição de vida (desta vida).

Duas situações:

  1. Trabalhadora estudante: saber gerir o tempo é algo de absolutamente imprescindível, exige-se aquela gestão eficaz, a eficácia da lógica e a possível de ser esquematizada ao minuto.



  1. Viúva: o meu marido faleceu tinham as gémeas 5 meses de idade, pelo que ficamos, elas, a irmã – de 3 anos - e eu, imersas numa total nova realidade; de repente a escadaria renovou-se por completo… a gestão do tempo de uma mãe trabalhadora sozinha com três filhas pequeninas passa a ser um conceito completamente abstrato e sem medição possível: necessita-se daquela gestão eficaz, aquela improvisada a cada minuto.



Apesar do caos de lágrimas, esforço, tristeza, alegria, paz, confusão, brincadeira, da situação b) o tempo é muito mais todo e completo do que o vivido na situação a).

Porque nasci para ser mãe, porque me entrego de alma ao que faço e acima de tudo porque sou grata pela bênção que as minhas filhas são, pela bênção que é a família que construí, a gratidão amansa o cansaço, exalta a alegria e multiplica os segundos.

Tivesse eu sido tão grata pela oportunidade de trabalhar e estudar, e talvez o prazer e o tempo vividos tivessem sido outros.



Vivam o vosso tempo sabendo que o viverão tanto quanto a gratidão que lhe derem.

Porque, o tempo é o prémio, a gratidão os ponteiros.



Grata pelo tempo que dispensaram a ler-me (façam isso pelo Carlos, vá lá 😉).

Cecília

publicado às 07:11

O amor é...

Uma foto...uma história!

por C.C., em 15.06.20

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O amor fez sempre parte da minha vida e da minha história.

 

Quando o meu amigo Carlos informou que o tema a desenvolver no desafio de uma foto...uma história seria amor, foi ouro sobre azul!

 

Quem me conhece sabe que sou muito dada a afectos, abraços, sorrisos, paz mas sobretudo de muito amor.
Nunca faltou este sentimento no meu seio familiar e da minha parte nunca faltará aos meus filhos!

Sendo eles o meu maior bem, é a eles que devo todo o amor e a maior entrega!

O meu amor por eles chega a doer... sim porque o amor também dói.

 

Na verdade, coloco amor em tudo o que faço, dou muito amor à família, assim como aos amigos e colegas e mesmo aqueles que não simpatizam comigo, eu dou amor... existe lá sentimento mais lindo que este!

 

O amor é vida...

O amor dá vida..

O amor é tudo...

 

Que o amor nunca nos falte!

 

Rute

publicado às 07:11

Aquele objeto especial…

Uma foto...uma história!

por C.C., em 08.06.20

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Tenho tendência para não valorizar as coisas, simplesmente porque são apenas isso, “coisas”. Também não gosto de acumular objetos que (já) não servem para nada, pois acredito que o seu valor está diretamente ligado à sua utilidade. Se uma peça é inútil, não desempenhando qualquer papel estético, funcional ou emocional, então não tem valor e deixa de ter lugar no meu espaço.

Assim, afeiçoo-me muito pouco aos objetos, mesmo que estejam associados a alguém especial ou a um evento marcante. Por isso, no imediato, o tema Aquele objeto especial… proposto pelo nosso querido C.C. quando me desafiou para participar na sua rubrica partilhada “Uma foto...uma história!”, deixou-me esmorecida… Tantos temas interessantes e havia logo de me calhar falar de uma “coisa”.

Mas, a verdade é que todas as regras têm uma exceção, e entre as tralhas cá de casa lá se destacou o tal “objeto especial”. Afinal, até nem demorei assim tanto a encontrá-lo, bastou olhar à minha volta… lá estava ela, sorridente como no dia em que a conheci, a minha mandala em tons de fogo.

Esta mandala é especial desde o seu nascimento… Foi pintada por uma amiga de infância, que a partilhou na sua página de Facebook. Foi paixão à primeira vista. Tratei logo de a reservar para mim, mas a minha amiga disse-me que não estava pronta, que todos aqueles espaços em branco seriam preenchidos em tons de verde, azul e violeta… Para mim estava perfeita tal e qual, mas não argumentei, ela é que era a artista. Fiquei a aguardar ansiosamente pelo resultado final. Uns dias mais tarde, a minha amiga telefonou para me perguntar se eu gostava mesmo dela assim, inacabada, com todos aqueles brancos, pois deparara-se com um problema… não conseguia visualizar os restantes tons na obra. Não conseguia decidir como distribuir os tais verdes, azuis e violetas 😊 e encontrava-se num impasse. Não preciso de vos dizer qual foi a minha resposta. Lá veio ela então, assim tão perfeitamente inacabada, para o meu quarto, ganhando um lugar de destaque à minha cabeceira.

Contudo, não é só por isso que é especial, esta mandala foi o primeiro objeto que ofereci a mim própria quando me separei. Foi também o único objeto de decoração de paredes que desencaixotei quando mudei de casa após o divórcio.

Estou há mais de quatro anos a viver numa casa alugada onde me sinto de passagem desde o início, por isso nunca pendurei quaisquer quadros nas paredes, que se mantêm imaculadamente brancas, como os brancos da minha mandala.

Vejo-a assim que entro em casa, dando as boas-vindas aos visitantes, repousando orgulhosamente sobre uma arca de madeira visível da porta da entrada.

Sei que me acompanhará o resto da minha vida. Irá na minha bagagem para onde quer que seja e agrada-me pensar que irá ao meu colo para o crematório… 😊 É o meu objeto especial, tudo o resto são só “coisas”.

Isa Nascimento

publicado às 07:11

Sofri...

Uma foto...uma história!

por C.C., em 01.06.20

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Sofri e continuo a sofrer por não ficar calada.

Sofri represálias, sofri com o afastamento de algumas pessoas, sofri de vinganças pessoais dos que discordam de mim...Quando me desafiaram a escrever sobre o mote 'sofri' como não sou de me focar no sofrimento pessoal foi sobre isto que me ocorreu escrever. Quando digo que sofri não me refiro a um sofrimento amargurado sofri as acções dos outros mas com a certeza de que foram por um bom motivo. 

O desafio consistia em juntar uma imagem a este texto, não escolhi uma imagem pessoal mas uma imagem que tem marcado os últimos dias. A imagem do americano George Floyd a gritar 'I can' t breath' enquanto um polícia o asfixia com um joelho no pescoço.

É uma imagem marcante que felizmente gera discussão mas a verdade é que o racismo, a discriminação, as injustiças sociais... não aumentaram apenas começaram a ser televisionadas a democratização do poder da imagem, agora que todos carregam uma camera no bolso, tornou visível o que até aqui passava despercebido.

Sempre acreditei que a verdadeira revolução não é televisionada. A verdadeira revolução acontece quando trazemos para a nossa vida, para o nosso dia-a-dia, para o nosso estar em sociedade na convivência com os outros aquilo em que acreditamos. É aí que não consigo calar e sofro, sofro feliz com isso.

Ó menina

publicado às 07:11

Uma palavra...

Uma foto...uma história!

por C.C., em 25.05.20

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Mar


Mar, doce mar

Há muito não sinto o teu olhar

Tenho de imaginar se estás calmo

Parecendo um lençol azul

Espraiando-se pela areia

Ou, se pelo contrário, estás revoltoso

Amargurado, ansioso, atirando das profundezas

As entranhas contra as rochas e arribas

Depois de meses, sem sairmos do nosso pátio

Nem pôr pé dentro de carro

Que outro dia se mostrou amargurado

Por não saber a razão de o termos abandonado

Iremos segunda-feira à cabeleireira

Poucos km, sempre, à tua beira

Mas sem podermos parar

Naqueles pontos onde nos costumavamos encontrar

Para trocarmos as notícias

Como fazemos com todos os outros vizinhos

Temos de vir imediatamente para casa

Como sabes, é um dever cívico!

Não podemos andar por ai a angariar vírus

Para depois distribuirmos aos amigos

Quantas vezes dizíamos um para o outro

Vamos ver o mar!

Agora só ao nosso quintal nos podemos dedicar

Nem filhos, nem netos, na nossa casa podem entrar

Contigo está a acontecer o mesmo

Não te podemos visitar, os pés molhar

Nem nos teus lençóis de areia nos podemos deitar

Quando tudo isto acabar

Vamos todos nos juntar

Vai ser dia e noite

Vamos nos abraçar e beijar

Só nos separaremos

Quando a lua se for deitar

E a madrugada, ao dia, der luz

Até lá, a todos desejo sorte, saúde, amor.

José Silva Costa

publicado às 07:11

A minha estação do ano...

Uma foto...uma história!

por C.C., em 18.05.20

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Pois é! Gosto de todas as estações do ano, cada uma delas tem as suas característica especiais.

A Primavera pelas cores infinitamente belas das flores e das árvores, do céu azul, do mar que fica mais calmo, é o renascer de tudo; o Verão com o seu pôr-do-sol laranja cor de fogo, as suas noites apetecíveis a passeios, e às bebidas frescas, à conversa nas esplanadas; o Outono e o seu entardecer fresco, as cores vermelho e amareladas da natureza que se prepara para o Inverno, este com o frio que nos inspira para a magia do Natal.

Das quatro, prefiro mesmo aquele início de Outono com resquícios do Verão, entardeceres mais curtos que me dá a liberdade de poder desfrutar de tudo só para mim/ nós,desde as manhãs na praia, às tardes serenas na leitura de um livro, ou de "dolce fare niente" na esplanada de um café de praia,ou da cidade.

Os frescos raios de sol que atravessam o cinzento do céu que intensificam a cor verde dos campos e o amarelo e avermelhado das folhas das árvores que vão caindo a pouco e pouco, e de as sentir, com carinho, debaixo dos pés( e elas não se importam) nas serenas caminhadas de final de tarde, é a estação que oferece um lindo tema para uma fotografia como esta, de minha autoria, tirada em 2013, que mostra o sereno e mágico ocaso de Outono, em frente ao mar.

Maria

publicado às 19:30

Os meus sabores de Verão...

Uma foto...uma história!

por C.C., em 11.05.20

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o verão tem um sabor especial; um sabor a mar, a sardinha assada, a suculentos frutos e doces reencontros.

o verão marca as nossas vidas desde a mais tenra idade. para os pequeninos é o tempo que traz novas sensações e experiências e no qual o papá e a mamã têm mais tempo para brincar. para os que já estão na escola significa, de forma consciente, férias, brincadeiras na água … a casa dos avós. para os adolescentes traz os primeiros acampamentos com os amigos, os finais de tarde a ver o por do sol ao som do mar…os festivais! para nós, adultos, o verão tem o sabor dos reencontros: mais tempo para estar com os nossos, tempo para estar com quem está longe, férias com os nossos pequenos (mesmo que já grandes) e gargalhadas no jardim enquanto uma mangueira é pretexto para as maiores aventuras.

os arraiais, feiras e festas populares … fazem-nos sorrir em qualquer idade e são tão nossos que sacrilégio seria passar um verão sem ir a pelo menos um!

o verão é praia, churrascos e música pimba.

o verão é supebock, sumol e planalto.

o verão é gaspacho, sardinha assada e calipo.

o verão é melão, melancia e camarinhas.

o verão é dançar à chuva sobre a terra quente.

o verão são longas tardes de partilha e noites de conversa que mais não acabam.

o verão é tempo, tempo pelo que ansiamos o ano todo, tempo quente e tempo para estar!

o verão tem sabor a felicidade.

mami

publicado às 07:11

O meu lugar perfeito...

Uma foto...uma história!

por C.C., em 04.05.20

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Há 40 anos era assim ….

A maioria dos jovens ilhéus desejavam abandonar a sua Ilha da Madeira rumo a novos caminhos …

A ilha era demasiado pequena para seguir uma carreira e para realizar os seus sonhos!

Só precisavam de coragem para abandonar a sua terra, a sua família, os seus amigos e emigrar!



- Inscreve-te nos navios de cruzeiro, Luísa. É o que vamos fazer. Trabalhamos duro, claro, mas daqui a 30 anos voltámos ricos! – diziam-me.

Daqui a 30 anos? Não será muito tempo? – perguntei-me!

Desperdiçaria toda a minha juventude e grande parte da fase adulta …

Estava muito apegada a esta ilha e ela a mim!

E voltaria feliz?



Tinha uns pais maravilhosos, que me amavam e faziam tudo por mim, tinha uma irmã companheira e amiga, tinha amigos que também não queriam emigrar …

Não estava preparada para “despir-me” da minha pele e procurar raízes noutro lugar.

Não tinha essa coragem que quase todos os jovens madeirenses tinham!

E … eu só queria ser feliz!!!



Ainda assim, pressionada por alguns amigos, inscrevi-me nos navios de cruzeiro ….

Fui chamada …

Tremiam-me as mãos, as pernas, o corpo todo …

A minha vozinha interior gritava para não aceitar!

Os meus amigos “gritavam a minha sorte”!!!



Não aceitei!

Fiquei na Minha Ilha a ver os outros partir ….

Para trabalharem nos navios de cruzeiro …

Para voltarem daqui a 30 anos ricos e abastados!



Percebi que para ser feliz não era preciso sair para trabalhar nos navios de cruzeiro …

Só precisava de sentir-me bem e a Minha Ilha dava-me essa felicidade!

Percebi que estava no Meu Lugar Perfeito,

E que a conquista dos meus sonhos pode ser feita onde está o meu coração!

 


E … eu só queria ser feliz!

No Meu Lugar Perfeito!

Na Minha Ilha da Madeira!

Onde está o meu coração!

Luísa

publicado às 07:11

Gratidão...

Uma foto...uma história!

por C.C., em 27.04.20

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O que vivo hoje é sem dúvida bem diferente do ontem.
A idade, a família, os amigos e todas as experiências pelas quais tenho passado, transformaram-me, ensinaram-me a repetir todos os dias a palavra GRATIDÃO.
Alegrias, lágrimas, saudade fizeram de mim a pessoa que sou, sem arrependimentos, sem mágoas, apenas e só aceitando.
É desmedida a minha riqueza interior.
O meu porto de abrigo é a minha alma que serenamente contempla o mundo maravilhoso que me rodeia. A brisa suave que passa leva os meus sonhos para novos rumos que ainda desconheço, na certeza, porém , que tudo o que me estiver destinado, bom ou menos bom, servirá para que me transforme numa pessoa mais sábia, mais lúcida e mais rica.
Quero continuar a amar sem medida a vida, a minha vida.

Manu

publicado às 07:11

O meu pôr-do-sol…

Uma foto...uma história!

por C.C., em 20.04.20

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O pôr-do-sol é, para mim, um momento indescritível… por isso gosto tanto de fotografá-lo… o que me falta em palavras, “compenso” em imagens…

Desde miúda que me habituei a apreciar o pôr-do-sol junto ao Mar… é aí que ele adquire, para mim, toda a sua beleza, magia e encantamento…

Sendo algo que sempre me deslumbrou, nestes momentos de “isolamento forçadamente voluntário”, é algo de que sinto muita falta…

Nunca imaginei que, alguma vez, me visse impedida de apreciar o pôr-do-sol onde mais gosto… sempre me pareceu algo simples de realizar e garantido, à mercê da minha vontade…

Quando tivermos a nossa Liberdade de volta, farei questão de voltar ao “Meu lugar” e apreciar o pôr-do-sol, que tanto amo, sem qualquer restrição… desfrutar, apenas, de um momento de intenso prazer com que a Natureza nos presenteia diariamente…

 

publicado às 07:11

Da minha janela...

Uma foto...uma história!

por C.C., em 13.04.20

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Da minha janela... vejo o mundo, o meu mundo

Vejo um céu que tanto pode ser azul, como cinzento, como branco igualzinho a algodão

Vejo vida, casas, pessoas, carros, bicicletas e animais de estimação. Uma menina sai de casa com o seu cão, começa a chover, e ela regressa a casa a correr com o animal no seu encalço.

Vejo árvores, plantas, arbustos, jardins e muitas flores no meu quintal.

Também vejo e ouço pássaros e passarinhos, não conheço os seus nomes mas, reconheço-lhes os pios e os trinados, ah sim, também assisto às voltas e reviravoltas que os pombos fazem antes de regressar ao pombal do vizinho.

Mas, no fundo o que vemos das nossas janelas, é o que quisermos ver, porque seja aquilo que for, vai ser feio ou bonito, mau ou bom, conforme o estado de espírito de quem estiver a ver.

Da minha janela, posso ver um sol radioso, que dá ainda mais cor à paisagem, ou posso ver água a cair do céu em gotas, em muitas gotas, como hoje, e posso ver as árvores num bailado louco sem saírem do lugar, e deixando cair desamparadas folhas e pétalas de flores.

E uma coisa ou outra, poderão ser apreciadas em diversas ocasiões e com diversas emoções.

Eu gosto de ver através da minha janela.

Isabel

publicado às 07:11

O meu silêncio...

Uma foto...uma história

por C.C., em 06.04.20

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… o meu silêncio foi, durante muito tempo, um fardo. Nele sentia-me em insegurança como se estar face a face comigo própria fosse o mesmo que estar sob fogo cruzado.

 

Pode ser tão difícil ficarmos em silêncio quando teimamos em ver-nos como seres insignificantes e pequeninos. Nestes casos o confronto direto com ele pode ser devastador pois antes de começarmos a batalha, já sentimos que a perdemos.

 

Ao longo do tempo fui aprendendo a aceitar esse desconforto que o silêncio me trazia. Diria mesmo que aprendi a amá-lo e a acarinhá-lo como um encontro privilegiado que tenho comigo mesma.

 

Porque o meu silêncio pode ser tanta mas tanta coisa…

 

Ele pode ser um porto de abrigo quando preciso de um, pode ser um momento de tristeza quando preciso chorar, ele pode ser o meu foco quando preciso de me focar… O meu silencio vale tanto quanto a minha voz alegre que entoa num dia solarengo.

 

O meu silêncio vale tanto como o meu riso que se eleva numa gargalhada cristalina.

 

O meu silêncio vale ouro… porque esse momento é meu e só o partilho comigo mesma ou com aqueles que são parte de mim!

 

Nala

publicado às 07:11

Ainda sobre o desafio...

Uma foto...uma história!

por C.C., em 04.04.20

3-pilares-da-fotografia-001.jpgMuito obrigado a todos vocês que aceitaram participar neste desafio de partilharem uma foto e uma história alusiva a um tema que eu próprio vos farei chegar por email!
A adesão foi satisfatória ainda que tenha completado a lista com mais alguns de vocês que por um motivo ou outro não tenham reparado neste desafio que criei!
Assim, também vos quero informar que o primeiro blog desafiado já foi contactado e já me fez chegar o seu trabalho! 
Mas quem será? Perguntam vocês?
Aguardem até segunda-feira, de resto o dia por mim escolhido para publicar os vossos trabalhos!
Todas as segundas-feiras (pelo menos as próximas 33), um convidado e um tema diferente aqui no meu (nosso) cantinho!
Mais uma vez, obrigado por participarem!

publicado às 15:30

Uma foto...

...uma história!

por C.C., em 28.03.20

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Desafio-vos!
Hoje venho cá para vos desafiar, ou pelo menos deixar-vos a pensar!
Os tempos de isolamento levaram-me a pôr em prática algo diferente para o meu blog e porque não um desafio a todos os que me seguem?
Pois bem, "Uma foto...uma história!", terá como base um tema a ser enviado a um convidado por semana! 
O tema será segredo até ser publicado!
O tema terá que ter sempre uma foto a acompanhar um texto onde o desenrolar da história ficará sempre a cargo do autor!
O pretendido será sempre a realidade, o sentimento pois será sempre com a verdade que podemos inspirar quem nos rodeia!
O convidado será sempre informado do tema por email ao domingo, desafio aceite, terá sempre que me fazer chegar a imagem e o texto até ao próximo sábado, para que o mesmo seja publicado aqui na segunda-feira seguinte!
Prático não?
Já tenho alguns temas em mente, já tenho até temas que mais ao menos já sei a quem os atribuir, contudo, também quero ter de vocês uma resposta a este desafio!
Aceitam?

publicado às 15:45


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